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A Fascite Plantar, mais conhecida como Fasciopatia Plantar, causa uma dor que afeta a fáscia plantar, localizado na sola do pé. Trata-se de um processo degenerativo, promovendo a desordem no local de inserção dos ligamentos e causando estresse biomecânico em mecanismo de guindaste, gerando micro lesões.

Estima-se que são gastos em média mais de 2 milhões por ano em tratamento. A condição é prevalente em praticantes de esportes ativos de impacto, indivíduos sedentários e obesos. Atividades que colocam estresse excessivo sobre a fáscia plantar, podem contribuir para a ocorrência.

 A predominância na população é mais comum em indivíduos na faixa dos 40 a 60 anos, em geral estima-se que varie de 3,6% a 7% na população, enquanto a fasciopatia plantar pode ser responsável por até 8% de todas as lesões relacionadas à corrida.

O que causa a Fasciopatia Plantar?

  • Excesso de peso
  • Atividades que sofrem impacto constante
  • Déficit de mobilidade de tornozelo
  • Encurtamento de panturrilha

Os sintomas característicos da fasciopatia plantar são:

  • Dor intensa, na região da sola do pé.
  • Dor pela manhã ao apoiar o pé ao chão
  • Melhora com caminhada contínua e ao final do dia a dor volta intensa.
  • Dor após atividades físicas de impacto (exemplo; corrida).

Geralmente diagnosticada após ser considerada a história relatada pelo paciente, fatores de risco e teste específico (TESTE DE WINDLASS) e exame de imagem como a ressonância magnética.

Tratamento

O tratamento para esta patologia é buscar uma fisioterapia especializada, com profissionais altamente capacitados, onde será traçado o melhor recurso, seguindo as melhores evidências cientificas.

O tratamento conservador fisioterapêutico é multimodal, utilizando;

  • Técnicas de analgesia,
  • Laser
  • Terapia manual,
  • Liberação miofascial,
  • Técnicas de alongamento e ganho de mobilidade de tornozelo
  • Exercícios de fortalecimento do complexo muscular de pé.

O paciente é orientado sobre tudo aquilo que pode e não pode fazer durante seu tratamento. Vale a pena ressaltar que o tratamento deve ser único, exclusivo para cada tipo de paciente. A união de um bom profissional, com os melhores recursos fisioterapêuticos e com a melhor ciência, é a chave do sucesso para uma excelente reabilitação.

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